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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

SindiTelebrasil nega que custo do celular no Brasil seja o mais caro do mundo


Sindicato das operadoras de telefonia contesta o relatório da UIT e afirma que os dados não refletem os preços efetivamente pagos pelos consumidores.



O SindiTelebrasil emitiu nota na tarde desta segunda-feira, 7/10, contestando a pesquisa anual da UIT (União Internacional de Telecomunicações) que aponta os preços dos serviços de telecomunicações no Brasil como um dos mais altos do mundo. Segundo a UIT o Brasil tem o mais alto custo para o serviço de telefonia celular _ a US$ 60 por mês, enquanto na Suécia é US$ 1,10. O relatório analisa os preços do serviço em 161 países. A banda larga fixa no Brasil custa US$ 17,80 mensal, contra US$ 7 na Tunísia.

O custo da chamada de celular no Brasil também é o mais caro do mundo. O minuto da ligação entre uma mesma operadora fora do horário de pico custa US$ 0,71 no país. Entre operadoras diferentes, a tarifa sobe para US$ 0,74.Portanto, mais que o dobro de outros países da América Latina, como Argentina e México, onde o minuto, em ambos, custa US$ 0,32. No caso das chamadas feitas por números da mesma operadora, a tarifa mais baixa encontrada foi de US$ 0,01 o minuto, em Hong Kong e na Índia.

Segundo o SindiTelebrasil, o levantamento da UIT no que se refere a preço médio dos planos de telefonia celular considera planos que não são praticados no mercado brasileiro, apenas são homologados no órgão regulador, como uma espécie de preço máximo. Com isso, o resultado do relatório não reflete a realidade brasileira, formada por uma grande variedade de planos alternativos, com preços muito mais baratos.

Se forem levados em conta todos os planos,segundo o SindiTelebrasil, o preço médio do minuto no Brasil passa a ser de R$ 0,15, com impostos (US$ 0,068). E esse preço caiu pela metade nos últimos cinco anos. Já se fosse considerado o valor de US$ 0,74 para o preço do minuto da telefonia celular, como apontado pela UIT, a conta média do brasileiro seria de R$ 214,89, o que em hipótese alguma reflete a realidade praticada no Brasil.

Outro fator que deve ser levado em conta nessa comparação, na opinião do sidicato, e que influencia no resultado final, é a carga tributária brasileira, que está entre as mais altas do mundo, onerando o consumidor em 45% sobre o preço dos serviços. nas contas das operadoras, só no ano passado os clientes dos serviços de telecomunicações pagaram R$ 59 bilhões em impostos, recolhidos aos cofres públicos.

Além dos tributos, os serviços de telecomunicações também são onerados por fundos públicos. No caso do celular, as prestadoras pagam taxa de fiscalização de R$26,83 na habilitação e R$13,42 anualmente sobre cada celular em funcionamento.


E você consumidor o que podemos falar dessa noticia, você concorda com o sindicato, ou realmente o brasil ainda paga valores absurdos por um serviço ao qual não detêm de uma qualidade ruim para suprir as necessidade da população. deixe se comentário abaixo.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Facebook pode ser tirado do ar no Brasil.

Site pode ficar fora no ar no país - foto: reprodução


Uma das redes sociais mais utilizadas por brasileiros, o Facebook pode sair do ar no país nesta sexta-feira (4), por causa de decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que determinou ao site a retirada de mensagens ofensivas da apresentadora Luize Altenhofen.

A decisão foi tomada na quarta-feira (2) e o prazo para que o site tire as mensagens acaba em 48h, caso isso não ocorra, o Tribunal de Justiça pedirá que provedores de internet bloqueiem o acesso ao Facebook no país.

As mensagens consideradas ofensivas da apresentadora são contra o vizinho dela por uma confusão com o cachorro de Altenhofen. As mensagens foram postadas no início do ano e, desde então, vem sendo alvo de determinações judiciais para as retiradas das mensagens.

A filial brasileira do Facebook informou que o gerenciamento do conteúdo não é de responsabilidade dela e sim da matriz nos EUA.


A pergunta que não quer calar é o que os brasileiros tem haver com uma decisão dessa afetar comunicação social de outras pessoas no brasil todo. Liberdade de expressão por um ato de uma pessoa é o mesmo que você julgar a presidente por imprudência e deixa os brasileiros sem acesso aos seus serviços básicos.. Ops melhor fica por aqui mesmo.....


TJSP - Tenham mais tato ao ver que podem afetar milhões de pessoas por um ato de uma pessoa somente, e por uma confusão de um cachorro ? vamos fazer o favor.... sem comentários....

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Banda larga móvel mais cara da AL está no Brasil, diz pesquisa



Estudo da GSMA aponta que país foi na contramão dos outros integrantes da região, aumentando preços em até 50% entre 2010 a 2013.



O Brasil é dono da banda larga móvel mais cara da América Latina, superando com folga os “vizinhos” Chile e Argentina, que seguiram a tendência local de queda nos preços, aponta estudo recente publicado pela GSMA (Associação Mundial de Telefonia Móvel).

O levantamento, chamado de A Banda Larga Móvel na Base da Pirâmide da América Latina, foca nos planos mais acessíveis para a população local e aponta que, enquanto na maioria dos países latino-americanos os preços caíram ou ficaram estáveis durante o período, por aqui os valores subiram de forma significativa nos últimos três anos. 

Em duas das três categorias analisadas pela GSMA, o Brasil registrou aumento de preços entre 2010 e 2013, além de valores maiores do que a média cobrada nos outros 17 países analisados, tendo como base mais recente os números referentes ao segundo trimestre deste ano.

Na categoria de Plano de Banda Larga Móvel Mais Econômico para Computadores com pelo menos 1GB para Download, o Brasil viu o preço médio subir de pouco menos de 20 dólares, em 2010, para mais de 30 dólares no trimestre encerrado no último dia 30/6, ficando com o título de mais caro da região. Enquanto isso, países como Chile e Argentina registraram quedas inversamente proporcionais, com preços atuais entre 15 e 20 dólares. Em outros locais, como Uruguai e Panamá, os valores cobrados são ainda menores, ficando entre 10 e 15 dólares.

A outra categoria em que o Brasil aparece como o mais caro é em Plano de Banda Larga Móvel Mais Econômico para Smartphones com Pelo Menos 1GB para Download. Nessa faixa, o país viu o valor médio subir de pouco menos de 20 dólares, em 2010, para quase 25 dólares em junho de 2013, preço mais alto entre todos os 17 países analisados na região. A Costa Rica, com média de 5 dólares, tem o menor valor. Uruguai, com 10 dólares, Argentina, com pouco mais de 15 dólares, e Chile, com média de 20 dólares, aparecem todos abaixo do Brasil.

A única categoria em que o Brasil não apresentou aumento de valor ou o maior preço é Plano de Banda Larga Móvel Mais Econômico para Smartphones com Mínimo de 250MB para download. Nessa faixa, o Brasil registrou queda significativa, indo de quase 20 dólares, em 2010, para cerca de 5 dólares no segundo trimestre de 2013, um dos valores mais baixos do ranking. Por outro lado, a Venezuela destoou do restante e viu os preços médios dos planos subirem de cerc a de 9 dólares para quase 15 dólares em três anos.

Base da pirâmide

O estudo também diz que a base da pirâmide sócio-ecônomica de Brasil, Argentina, Colômbia, Equador e México, representada por cerca de 33 milhões de casas e 149 milhões de pessoas com uma renda apertada, em torno de 114 dólares por mês, pode ser beneficiada por planos mais baratos, fato que vem se acentuando desde 2010, com exceção do Brasil.

A GSMA também cita como pontos positivos os planos pré-pagos de acesso à banda larga, em que os usuários pagam apenas pelo dia que utilizam os serviços das operadoras. Para muitas pessoas, essa é a única maneira de acessar a Internet.



FONTE: Computerworld

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Mais três estados recebem medidores da qualidade da banda larga fixa


Saiba o que fazer para se tornar um voluntário no projeto de medição da internet brasileira
28 de Novembro de 2012 


Voluntários do projeto de medição da qualidade da banda larga fixa residentes na Bahia, Maranhão e Pará começaram a receber nesta semana os equipamentos medidores, segundo a Anatel.


A distribuição da Whitebox já havia começado em outras onze Estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Pernambuco, Ceará, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. 

Com as medições, a (ANATEL) Agência Nacional de Telecomunicações reunirá informações para a adoção de medidas que permitam a progressiva melhoria do serviço. A escolha e a distribuição de aparelhos têm sido feitas nas células que já contam com grande número de usuários cadastrados. No entanto, ainda existem Estados que faltam voluntários.

Sobre o projeto

Podem participar todos os usuários - pessoas físicas ou jurídicas - que tenham contrato de prestação de serviço de banda larga fixa em seu nome. 

Para participar do projeto, o primeiro passo é fazer a inscrição por meio do site. Em seguida, deve-se fazer o teste de velocidade da conexão, conforme as orientações. É fundamental que o teste seja realizado a partir de um computador com a conexão informada durante a inscrição. 

Os usuários que cumprirem essa etapa e aceitarem os termos e condições do projeto participam de sorteio para a escolha dos voluntários que receberão o whitebox

Pelas metas estabelecidas nos regulamentos de Gestão da Qualidade dos serviços de Comunicação Multimídia (banda larga fixa) e Móvel Pessoal (banda larga móvel), as prestadoras deverão garantir mensalmente, em média, 60% da velocidade contratada pelos usuários. 

Na contratação de um plano de 10Mbps, a média mensal de velocidade deve ser de, no mínimo, 6Mbps. A velocidade instantânea - aquela aferida pontualmente em uma medição - deve ser de, no mínimo, 20% do contratado, ou seja, 2Mbps. Com isso, caso a prestadora entregue apenas 20% da velocidade contratada por vários dias, terá de, no restante do mês, entregar uma velocidade alta ao usuário para atingir a meta mensal de 60%.

Esses percentuais valem até novembro de 2013, quando serão ampliados.