Mostrando postagens com marcador pesquisa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pesquisa. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Pesquisa mostra que a área de TI vai criar 4,4 milhões de empregos até 2015.

Big DataAs áreas relacionadas à TI - Tecnologia da Informação crescem vertiginosamente no mundo todo e criarão 4,4 milhões de empregos até 2015, segundo estimativa de Donald Feinberg, analista do instituto de pesquisas Gartner, em palestra no Ciab.

A maior parte das vagas, claro, será oferecida para profissionais aptos a trabalhar com Big Data, considerado por alguns o petróleo do futuro. A função trata de analisar dados desestruturados voltados a análises relevantes para vários setores da sociedade.

Apesar da grande oferta de trabalho, o analista prevê que apenas um terço das vagas será preenchida por causa da falta de mão de obra especializada. "O sistema educacional de todo o mundo tem falhado em formar profissionais capazes de trabalhar e desenvolver esses novos serviços requisitados pelas empresas", contextualiza.

No Brasil, a carência também é significativa. As áreas de Tecnologia, Infomação e Comunicação terão déficit de 117,5 mil profissionais em 2015, segundo a Cisco, três vezes mais que o registrado em 2011. No caso brasileiro, os segmentos mais promissores na área são os de redes e conectividade.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Profissionais preferem locais alternativos para trabalho remoto

Essa é a conclusão de um estudo, que diz ainda que 72% passam três dias ou mais por semana no seu centro empresarial favorito.




Uma pesquisa da ZZA Responsive User Environments, realizada a pedido da Regus, fornecedora de TI, acaba com o mito de que o trabalho flexível, ou remoto, significa necessariamente trabalhar de casa. O relatório, que combina dados de uma pesquisa feita com 17 mil grandes empresas, concluí que para 52% dos profissionais, centros empresariais, clubes, bibliotecas e áreas informais, como lanchonetes e cafeterias, por exemplo, são locais cada vez mais escolhidos para trabalhar remotamente.

Dos entrevistados ouvidos, 72% passam três dias ou mais por semana no seu centro empresarial favorito ou outro "terceiro lugar", como definiu a pesquisa os locais alternativos.  

A maioria dos entrevistados não quer trabalhar em casa e essa é a opção de profissionais de diferentes faixas etárias, aponta o estudo. Um local próximo e conveniente foi citado por 73% dos entrevistados como o maior benefício de se trabalhar em  um "terceiro  lugar".



De acordo com o levantamento, esses lugares alternativos possibilitam maior equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, menos estresse e maior produtividade do funcionário. E para as empresas, diminuição dos custos com a manutenção dos espaços de trabalho. “Trata-se ainda de uma tendência que torna o trabalho produtivo e estimulante”, afirma Mark Dixon, CEO da Regus.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Internet tem efeito similar ao de drogas ou álcool no cérebro, diz pesquisa

COMENTE

Viciados em internet têm alterações similares no cérebro àqueles que usam drogas e álcool em excesso, de acordo com uma pesquisa chinesa.

Cientistas estudaram os cérebros de 17 jovens viciados em internet e descobriram diferenças na massa branca - parte do cérebro que contém fibras nervosas - dos viciados na rede em comparação a pessoas não-viciadas.


A análise de exames de ressonância magnética revelou alterações nas partes do cérebro relacionadas a emoções, tomada de decisão e autocontrole.

"Os resultados também indicam que o vício em internet pode partilhar mecanismos psicológicos e neurológicos com outros tipos de vício e distúrbios de controle de impulso", disse o líder do estudo Hao Lei, da Academia de Ciências da China.


Computadores

A pesquisa analisou o cérebro de 35 homens e mulheres entre 14 e 21 anos. Entre eles, 17 foram classificados como tendo Desordem de Dependência da Internet, após responder perguntas como "Você fez repetidas tentativas mal-sucedidas de controlar, diminuir ou suspender o uso da internet?"

Os resultados então descritos na publicação científica Plos One, que poderiam levar a novos tratamentos para vícios, foram similares aos encontrados em estudos com viciados em jogos eletrônicos.

"Pela primeira vez, dois estudos mostram mudanças nas conexões neurais entre áreas do cérebro, assim como mudanças na função cerebral, de pessoas que usam a internet ou jogos eletrônicos com frequência", disse Gunter Schumann, do Instituto de Psiquiatria do King's College, em Londres.

O estudo chinês também foi classificado de "revolucionário" pela professora de psiquiatria do Imperial College London Henrietta Bowden-Jones.

"Finalmente ouvimos o que os médicos já suspeitavam havia algum tempo, que anormalidade na massa branca no córtex orbitofrontal e outras áreas importantes do cérebro está presente não apenas em vícios nas quais substâncias estão envolvidas, mas também nos comportamentais, como a dependência de internet."