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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

No lançamento do Ubuntu, Canonical ‘trolla’ Windows 8

Nesta quinta-feira (18), a Canonical não perdeu a oportunidade de dar uma alfinetada no concorrente Windows 8. Em destaque na página inicial do site oficial, a companhia anunciou o lançamento da edição 12.10 do software com a seguinte frase: “Evite a dor do Windows 8. O novíssimo Ubuntu 12.10 está disponível agora”. Ubuntu deu uma alfinetada no Windows 8 


Ubuntu deu uma alfinetada no Windows 8 (Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução) 


Descrito como “o sistema operacional móvel gratuito favorito do mundo, com mais de 20 milhões de pessoas preferindo-o às alternativas comerciais”, o Ubuntu chega à edição de número 12.10 com diversas alterações. Ele recebeu o acréscimo de novos recursos visuais, além de contar com mais opções que o deixam mais social e seguro. Graças a essas novidades e a um enorme investimento, sem falar no fato de ser gratuito, a Canonical acredita que pode, sim, fazer frente ao Windows 8 em sua performance com o Ubuntu 12.10.


Um deles é o Preview, que permite que o usuário visualize diversas informações sobre um determinado arquivo antes de executá-lo, e outro é o a integração com serviços de nuvem e plataformas online como Facebook, Twitter, Gmail, Amazon e outros. Isso sem falar no já conhecido Ubuntu One, compatível com Windows, Mac OS X, iOS e Android.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Jailbreaking: liberdade para o consumidor ou caminho livre para a pirataria?

Uma pergunta, caro leitor: você fez jailbreak em seu iPhone? Instalou a custom firmware em seu PlayStation 3?

Essa é uma questão que ecoa em diversos fóruns e canais tecnológicos em todo o mundo. No Brasil, não é exceção: segundo um artigo já antigo, publicado em 2009 no jornal The New York Times, aproximadamente 7% dos usuários de iPhone no mundo fizeram jailbreak - o que equivale a aproximados 2.3 milhões de aparelhos, falando globalmente.

Nos Estados Unidos, o destravamento do iPhone já deixou de ser crime. A Electronic Frontier Foundation, entidade sem fins lucrativos de direito digital, ganhou na Justiça a prerrogativa que confere ao usuário a propriedade completa sobre o bem que ele compra - inclua nisso o ato de fazer jailbreak em um sistema fechado como o iOS. A EFF agora quer estender esse benefício aos consoles, conforme divulgação de documento oficial da entidade sobre dispositivos que eles desejam retirar das normas de proteção aos direitos digitais norte-americanas (baixe o PDF aqui).

Em outras palavras: seus video games podem, logo, ser destravados, sem que você viva sob o medo de um processo judicial - como no começo do ano, quando o hacker George "GeoHot" Hotz foi processado pela Sony por ter descoberto e publicado formas de aproveitar uma brecha de segurança do PlayStation 3.

Vale citar: aqui no Brasil, o ato de destravamento já é permitido em lei (Lei nº 9609, de 1998 - a chamada Lei do Software), salvo o preceito de que você não use deste artifício para rodar artigos pirateados ou ganhar dinheiro com isso, o que, trocando em miúdos, ainda configura pena prisional para alguns camelôs de centros comerciais como a rua 25 de março, em São Paulo.

Isso dito, o  Blog abre a discussão para o leitor: na sua opinião, o jailbreak significa a libertação dos direitos do consumidor, frente às empresas que fazem de tudo para fechar seus sistemas? Ou seria o destravamento apenas outro argumento em defesa da pirataria?

Conte-nos o que acha nos comentários abaixo.