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domingo, 9 de junho de 2013

Grandes empresas tecnológicas Nega que exista "grampo" do governo sobre seus usuários



Grandes empresas de tecnologia negaram nesta quinta-feira (6) que o governo norte-americano tenha acesso direto aos dados de seus servidores. Com isso, Apple, Google, Facebook e Microsoft contestam as acusações feitas pelos jornais "The Guardian" e "Washington Post": as publicações dizem que a NSA (agência nacional de segurança, na sigla em inglês) pode coletar, junto a nove grandes empresas de tecnologia, informações ligadas à forma como seus clientes usam a internet.


Dentro desse programa, chamado Prism, o governo norte-americano poderia acessar arquivos de áudio, vídeo, foto, e-mails, histórico de buscas e conversas de bate-papo de qualquer cliente dessas que estão entre as maiores empresas de tecnologia do mundo. A Microsoft teria iniciado essa colaboração com o governo em 2007, seguida por Yahoo (2008), Google, Facebook, Paltalk (2009), YouTube (2010), Skype, Aol (2011) e Apple (2012).




Diante das acusações, o Google afirmou não fornecer ao governo acesso a dados privados de seus usuários. O Facebook disse que o governo não tem acesso direto aos servidores da empresa, enquanto a Microsoft alegou apenas fornecer informações de seus usuários quando solicitado legalmente pela Justiça, e não de forma "voluntária". A Apple negou conhecer o Prism, negando as acusações.


Acredito que se essas informações estão de posse de governo infelizmente você não tem direito de expressão e isso é uma afronta a constituição em muitos lugares, se não tem o direito e privacidade não a liberdade. Tipo de informações como essas não aprecem assim do nada realmente deve ter acontecido para que tipo de noticia como essa apareça na mídia para informar uma massa tão grande de pessoas que tem acesso a internet.

sábado, 5 de maio de 2012

Google admite não ter política de privacidade perfeita, mas diz ser transparente

Estar conectado à internet é abrir mão de um bem precioso: a privacidade. Nem todo usuário presta atenção nos "acordos" que faz na internet -- mais conhecidos como termos de uso -- quando começa a utilizar redes sociais, serviços de e-mail ou simplesmente acessa um site. As empresas, por sua vez, também nem sempre se esforçam para tornar claro aos usuários de seus serviços que dados capturam e qual uso farão deles.

"Acredito que a questão real na web é a transparência a respeito de que dados você está coletando. Isso é o que realmente importa. O usuário tem que saber o que o Google, Facebook ou qualquer um está coletando. Quando você visita um site do governo ou um site de uma empresa de saúde, algum dado está sendo capturado", defende Bob Boorstin, diretor de políticas públicas do Google em Washington (EUA). A afirmação foi feita nesta semana durante um evento em Santiago, Chile, para a imprensa latino-americana.

Nesse cenário, Boorstin defende que o Google tentou simplificar o "acordo" que mantém com os usuários de seus 60 serviços, unificando vários termos de uso em uma única política. A mudança feita em março deste ano causou polêmica, com críticas diretas do governo americano, entidades de defesa do consumidor e grupos de advogados. "O Google criou um painel de controle, no qual o usuário pode ver e ajustar o que permite à empresa coletar, além de permitir que ele remova seus dados", explica.

É importante lembrar que estamos falando da captura de informações -- muitas delas sensíveis -- que são compartilhadas pelas empresas de internet com terceiros, caso o usuário mais desatento não opte nas configurações de privacidade para impedir esse tipo de uso. Esses dados são utilizados, principalmente, na oferta de publicidade "direcionada" e valem muito dinheiro para as empresas. E nenhum centavo para os usuários.

A defesa do Google diante da questão é que pelo menos a companhia tentou deixar mais claro o que coleta, prática não muito popular no setor. "Essas políticas não são perfeitas, nenhum sistema é perfeito, especialmente na web. Mas somos mais transparentes que qualquer outra empresa na web", argumenta Boorstin.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Rumor: Google está preparando serviço de armazenamento na nuvem

Chamada Drive, plataforma se juntaria ao Google Music e permitiria enviar documentos, fotos e vídeos para servidores da empresa


09 de Fevereiro de 2012 | 22:30horas

O Google está planejando criar um serviço de armazenamento na nuvem para competir com sites como o Dropbox, de acordo com a CNET.






Supostamente chamado de Drive, a plataforma permitirá guardar fotos, documentos e vídeos nos servidores do Google gratuitamente.


O serviço pode ser lançado nos próximos meses e, assim como o Dropbox, terá um plano gratuito com limite de espaço para armazenar arquivos e um plano premium para quem quiser ter mais espaço na nuvem do Google.


O Drive se juntaria à já existente plataforma de música na nuvem do Google, o Google Music, que permite enviar até 20 mil músicas gratuitamente para os servidores da empresa e acessá-las de qualquer lugar, até mesmo de smartphones com Android.


Porém, o Google Music está disponível apenas para usuários dos Estados Unidos - não se sabe se o Drive será aberto a todos ou se também será restrito aos norte-americanos.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Bug no Adobe Reader deixa o PC vulnerável a ataques.

A Adobe divulgou uma nota nesta terça-feira (6/12) sobre uma brecha que “potencialmente permite a tomada de controle do sistema afetado em um ataque”. O programa Reader, utilizado para visualizar arquivos em PDF, tem uma falha que pode ter sido usada como porta para ataques a membros de um órgão de defesa dos Estados Unidos.

A descoberta foi feita por integrantes da área de Defesa da Informação do governo norte-americano, além de uma divisão da fabricante de aviões Lockheed Martin. De acordo com a Adobe, o problema afeta somente o Reader – tanto em versões atuais quanto antigas – em sistemas operacionais Windows.
No entanto, no último lançamento, o 10.1.1, abrir os documentos no modo protegido (padrão no programa) coíbe a falha. Segundo a empresa, um patch para corrigir a grave brecha será lançado no dia 12 de dezembro, próxima segunda-feira.


A vulnerabilidade demonstra como documentos PDF podem ser facilmente modificados por crackers para conter códigos maliciosos para tomarem acesso aos computadores das vítimas. Extremamente popular para arquivos corporativos e acadêmicos, o formato pode ser visualizado em quase todas as plataformas disponíveis no mercado, e tem um grande alcance entre usuários.
Por enquanto, o melhor a fazer é obter o Adobe Reader X – a última versão – com as opções de “modo protegido” ligadas. Ou então utilizar alternativas, como o modo de visualização nativa de PDFs no navegador Chrome, do Google.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Chrome passa IE e se torna browser mais popular do Brasil, diz pesquisa

Navegador do Google alcançou 39,81% de participação.
Internet Explorer ficou com 34,43% do mercado brasileiro.


O Google Chrome ultrapassou o Internet Explorer em novembro e se tornou o navegador mais popular do Brasil, segundo dados da empresa StatCounter.
Chrome se tornou o navegador mais popular
do Brasil, diz pesquisa (Foto: Divulgação)


O browser do Google atingiu 39,81% de participação no mercado brasileiro, contra os 34,43% do navegador da Microsoft.

O Firefox, da Mozilla, ficou na terceira colocação, com fatia de 23,83%. Em novembro de 2009, o Chrome detinha apenas 7,19% do mercado, enquanto o Internet Explorer era líder com 57,03%. O navegador da Mozilla aparecia na segunda colocação, com participação de 33,63%.

No mundo, conforme a StatCounter, o Chrome ultrapassou o Firefox em novembro e se tornou o segundo navegador mais popular. O browser do
Google ficou atrás apenas do Internet Explorer, que detém 40,63% do mercado mundial. Em novembro, o Chrome atingiu 25,7% de participação no mundo (acima dos 4,66% que tinha em novembro de 2009), número um pouco maior que o Firefox, que ficou com fatia de 25,23%.

A StatCounter diz que suas estatísticas são baseadas em dados coletados em uma amostra superior a 15 bilhões de “page views” por mês a partir de uma rede de 3 milhões de sites.