A Adobe divulgou uma nota nesta terça-feira (6/12) sobre uma brecha que “potencialmente permite a tomada de controle do sistema afetado em um ataque”. O programa Reader, utilizado para visualizar arquivos em PDF, tem uma falha que pode ter sido usada como porta para ataques a membros de um órgão de defesa dos Estados Unidos.
A descoberta foi feita por integrantes da área de Defesa da Informação do governo norte-americano, além de uma divisão da fabricante de aviões Lockheed Martin. De acordo com a Adobe, o problema afeta somente o Reader – tanto em versões atuais quanto antigas – em sistemas operacionais Windows.
No entanto, no último lançamento, o 10.1.1, abrir os documentos no modo protegido (padrão no programa) coíbe a falha. Segundo a empresa, um patch para corrigir a grave brecha será lançado no dia 12 de dezembro, próxima segunda-feira.
A vulnerabilidade demonstra como documentos PDF podem ser facilmente modificados por crackers para conter códigos maliciosos para tomarem acesso aos computadores das vítimas. Extremamente popular para arquivos corporativos e acadêmicos, o formato pode ser visualizado em quase todas as plataformas disponíveis no mercado, e tem um grande alcance entre usuários.
Por enquanto, o melhor a fazer é obter o Adobe Reader X – a última versão – com as opções de “modo protegido” ligadas. Ou então utilizar alternativas, como o modo de visualização nativa de PDFs no navegador Chrome, do Google.
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Chrome passa IE e se torna browser mais popular do Brasil, diz pesquisa
Navegador do Google alcançou 39,81% de participação.
Internet Explorer ficou com 34,43% do mercado brasileiro.
Internet Explorer ficou com 34,43% do mercado brasileiro.
O Google Chrome ultrapassou o Internet Explorer em novembro e se tornou o navegador mais popular do Brasil, segundo dados da empresa StatCounter.
Chrome se tornou o navegador mais popular
do Brasil, diz pesquisa (Foto: Divulgação)
do Brasil, diz pesquisa (Foto: Divulgação)
O browser do Google atingiu 39,81% de participação no mercado brasileiro, contra os 34,43% do navegador da Microsoft.
O Firefox, da Mozilla, ficou na terceira colocação, com fatia de 23,83%. Em novembro de 2009, o Chrome detinha apenas 7,19% do mercado, enquanto o Internet Explorer era líder com 57,03%. O navegador da Mozilla aparecia na segunda colocação, com participação de 33,63%.
No mundo, conforme a StatCounter, o Chrome ultrapassou o Firefox em novembro e se tornou o segundo navegador mais popular. O browser do Google ficou atrás apenas do Internet Explorer, que detém 40,63% do mercado mundial. Em novembro, o Chrome atingiu 25,7% de participação no mundo (acima dos 4,66% que tinha em novembro de 2009), número um pouco maior que o Firefox, que ficou com fatia de 25,23%.
A StatCounter diz que suas estatísticas são baseadas em dados coletados em uma amostra superior a 15 bilhões de “page views” por mês a partir de uma rede de 3 milhões de sites.
O Firefox, da Mozilla, ficou na terceira colocação, com fatia de 23,83%. Em novembro de 2009, o Chrome detinha apenas 7,19% do mercado, enquanto o Internet Explorer era líder com 57,03%. O navegador da Mozilla aparecia na segunda colocação, com participação de 33,63%.
No mundo, conforme a StatCounter, o Chrome ultrapassou o Firefox em novembro e se tornou o segundo navegador mais popular. O browser do Google ficou atrás apenas do Internet Explorer, que detém 40,63% do mercado mundial. Em novembro, o Chrome atingiu 25,7% de participação no mundo (acima dos 4,66% que tinha em novembro de 2009), número um pouco maior que o Firefox, que ficou com fatia de 25,23%.
A StatCounter diz que suas estatísticas são baseadas em dados coletados em uma amostra superior a 15 bilhões de “page views” por mês a partir de uma rede de 3 milhões de sites.
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